Titanfall finalmente chegou, e com uma grande missão: mostrar o que a próxima geração tem a oferecer para o gênero de tiro em primeira pessoa. Com a adição de robôs gigantes ao tiroteio e uma mistura que coloca um pouco de Battlefield, Call of Duty e clássicos como Unreal e Quake, ele é a força nova que o gênero estava precisando, ainda que tenha seus problemas.
Em Titanfall, você controla ou a Milícia ou o IMC, dois grupos que estão lutando por alguma coisa que você realmente não vai entender o que é, porque o jogo não tem bem uma história. Na verdade tem, mas é um pretexto tão bom para trocar tiros quanto o que os EUA usou para invadir o Iraque: petróleo.
Nome: Titanfall
Plataforma: Xbox One, PC, Xbox 360
Desenvolvedor/Publisher: Respawn Entertainment/Electr0nic Arts
Lançamento: 11 de março de 2014 (Xbox One, PC), 25 de março de 2014 (Xbox 360)
No jogo, você participa de uma das facções que estão lutando pelas fontes de combustível restantes no sistema planetário onde o game se passa. Como eu disse antes, isso é só um pretexto para ter dois grupos se antagonizando, já que Titanfall é exclusivamente multiplayer, inclusive na campanha.
O jogo começa te ensinando as mecânicas básicas de como lutar, e você logo vai perceber que ele lembra um pouco Call of Duty no início, mas essa impressão passa logo. Você pode dar dois pulos graças a um jetpack que cada piloto carrega, você pode fazer parkour pelas paredes inclusive pulando de parede em parede várias vezes, você pode ficar invisível, além de diversas outras adições muito bem-vindas à ação.
O prato principal, porém, de Titanfall, é poder controlar um Titan. Os robôs gigantes são quase que uma extensão do corpo do jogador, e o combate deles envolve muito mais estratégia do que músculos, já que você deve recuar e avançar a todo momento, e aproveitar as brechas dadas pelo inimigo.
Felizmente, o jogo não deixou o combate desproporcional entre humanos e robôs, já que, apesar de sua fragilidade comparada com a de um robô de aço de vários metros de altura, um piloto bem treinado consegue derrubar um robô sem grandes problemas, mesmo que esteja sozinho. Outro ponto importante é que eles não estão disponíveis de início na maioria dos modos, e você só pode invocar o seu após uma contagem regressiva, que é acelerada se você cumpre certos objetivos, como matar inimigos, manter pontos de defesa, capturar pontos etc.
Como eu havia dito no começo, o combate do jogo parece mais uma mistura de vários jogos que definiram o gênero por décadas. Ele tem um ritmo de uma partida de Unreal e Quake, com a jogabilidade que lembra um pouco a de Call of Duty e com os mapas imensos e povoados de Battlefield, e o resultado disso é muito divertido.
O combate inteiro é bastante natural e super fluído, você enfrenta inimigos (outros pilotos ou soldados controlados pela inteligência artificial), morre, nasce de novo e assim vai. Pode parecer simples e até uma “cópia de Call of Duty com robôs”, mas Titanfall é muito mais do que isso. O jogo realmente brilha no combate, e faz a partida não tornar-se frustrante mesmo para os jogadores menos habilidosos do gênero, já que há muitas manerias de se combater os inimigos, o que te dá margem para descobrir qual a sua forma favorita de combate e adotá-la.
Uma novidade interessante em Titanfall também são as Burn Cards (mais sobre elas aqui no nosso guia). Esse sistema te permite carregar até três bônus pro campo de batalha, que podem ser ativados um de cada vez dando uma arma mais potente que a tradicional, um “sentido aranha” (que te informa se tem algum inimigo por perto), um jetpack mais poderoso etc. As cartas são ganhas ao se matar pilotos e ao concluir desafios, e podem acabar mudando o rumo da batalha. Apesar disso, elas estão longe de causar um desequilíbrio na partida.
O jogo traz modos de combate clássicos dos jogos de tiro, como Team Deathmatch (aqui chamado de Atrition), Capture the Flag e Domination. Além desses, há três modos exclusivos do jogo: Last Titan Standing, onde todo mundo começa com um Titan, não há respawn e vence quem sobreviver por último, Pilot Hunter, um combate onde só ganha pontos quem matar outros pilotos e o Variety Pack, uma modalidade onde cada uma das outras descritas acima é selecionada aleatoriamente a cada partida.
Além dos modos de combate, Titanfall ainda tem um bom sistema de progressão de nível e desbloqueio de habilidades, mas que só destrava parte de tudo o que o jogo tem a oferecer. O resto é feito com desafios, que variam de matar inimigos com uma certa arma (para liberar melhoras para ela) a jogar um número X de partidas com certa marca de Titan.
Todos os combates são desempenhados em 15 mapas, que, apesar de um parecer com o outro, apresentam algumas peculiaridades que vão fazer você se surpreender em combate, como certas plataformas que fazem você andar inclinado e coisas do tipo.
Titanfall conta com belos gráficos, que, apesar de não fazerem o queixo de ninguém cair, cumprem muito bem o papel do jogo. Apesar das críticas quanto à resolução do jogo, o combate é muito bem fluído e não há um slowdown sequer, algo que seria bem chato num FPS multiplayer online. O departamento sonoro em Titanfall cumpre bem o papel do jogo, com dublagens bem executadas e efeitos sonoros do calibre que se espera dum título desse porte.
Resumo para os preguiçosos
Titanfall reúne a mistura de diversos clássicos dos jogos de tiro em primeira pessoa e cumpre muito bem o papel de apresentar uma alternativa aos que estão cansados dos títulos de sempre. O jogo é divertido, muito fluído e dá a oportunidade a você escolher um estilo de combate próprio, além de mostrar do que a próxima geração é capaz.
Pros
+ Combate muito divertido e bem executado + Datacenter no Brasil, minimizando a possibilidade de lag + Controlar um Titan é uma experiência única
Tem coisas que a gente encontra na internet, ou até mesmo na rua, olhando cartazes, imagens, enfim, que dá vergonha de viver… Sinceramente são coisas absurdas que até as pessoas brincam com a frase “Isso sim é motivo para devolver o brasil para os índios…” Porque olha, não ta fácil ficar vendo essas coisas não viu. Então nós do vai e vem separamos uma ou outra coisa para vocês entenderam o porque falamos disso. Vejam:
Um dos maiores programas de TV que se consagrou nos anos 70 e ainda faz um tremendo sucesso ao redor do mundo, é a série mexicana Chaves, que faz parte de toda essa geração passada e com certeza continuará por muitos anos. Mas até mesmo uma série de comédia tão inocente como a da turma do Chaves tem seu lado negro. Trata-se de um possível desfecho final da série, e tudo começa com o episódio em que o Chaves é atingido por um carro, que foi ao ar na TV Mexicana, quando ainda transmitia episódios inéditos da série. Acontece que, ocorreu uma pausa no seriado após o episódio e somente 4 meses depois retornou. Bolãnos haveria filmado realmente um episódio que daria fim a série, um final que foi descrito como se encontra abaixo:
O capítulo começa com a introdução característica da série, mas o som está antiquado. Quando a vila aparece, não tem ninguém no pátio. O portão se abre como se alguém fosse entrar, mas ninguém entra. E o episódio continua nisso por dois ou três minutos, apenas mostrando a vila vazia e o portão aberto até que finalmente Chaves aparece saindo da vila e sai caminhando pela rua. Nesse momento, aparecem Kiko e Chiquinha na vila. Kiko pergunta então para Chiquinha aonde é que está o Chaves (O ator Carlos Villagrán, que interpreta Quico, faz essa cena usando a voz típica do personagem, entretanto as suas bochechas não estão “inchadas” como deveriam). Chiquinha responde que ele está na rua com catchup. No momento exato que ela diz “na rua”, ouve-se um rugido horrível que não aparece em mais nenhum outro episódio da série.
Após isso, aparece a cena do episódio que foi transmitido na TV e que provavelmente você conhece (a cena em que o Chaves finge estar morto cheio de Catchup) em que aparecem todos os moradores da vila chorando. O som é muito antiquado e os soluços parecem estar vindo de muito mais pessoas do que só aquelas que aparecem na cena. Nesse momento a cena é cortada para o que parece ser uma parada para os comerciais. Então acontece uma mudança para outro cenário, com Dona Florinda, Seu Madruga, Professor Girafales, Kiko e Chiquinha em frente de um fundo preto. Na frente deles parece haver um caixão com o corpo do Chaves mas não dá pra enxergá-lo.
Os 5 personagens parecem estar totalmente horrorizados. Dona Florinda parece muito magra, e quando parece que ela está apenas atuando, a feição devastada dela é realçada quando a câmera foca a sua face por cerca de longos 5 minutos. Depois dessa cena incrivelmente longa, Kiko e Chiquinha dizem “Chavinho” em vozes de coração partido, de tristeza total. Quico não estava falando com sua voz típica, o que levanta questões se os atores Carlos Villagrán e Florinda Mesa (Dona Florinda) estavam mesmo atuando ou se o sentimento era real.
Depois disso, surge a imagem do corpo do Chaves. Nessa cena, são levantadas muitas questões como por exemplo o corpo de Chaves que está mais alto que o ator Roberto Gomes Bolaños. O terno de Chaves é muito pequeno, e pode-se ver também que ele é muito gordo e a cor da pele dele é muito escura. As duas pernas dele estão quebradas e sangrando. O Boné que cobre o rosto dele está coberto de sangue, e os braços dele estão emagrecidos comparados ao resto do corpo. O tronco dele parece estar completamente limpo se comparado aos membros que estão sujos e ensanguentados. Essa cena dura 5 minutos, até que começa a música final característica da série."
Houve um período de 4 meses entre o tempo que esse episódio foi filmado até quando Chesperito (apelido de Bolaños) juntou toda a turma e há muitas especulações sobre quem teria “interpretado” o corpo de Chaves. Certamente que não foi uma pessoa qualquer e também não foi um figurante que teria aparecido em algum outro momento na série. Além disso, há algum tempo atrás, Bolaños disse que ele queria fazer algo que ninguém nunca teria visto antes na televisão.
Curiosamente Bolanõs queria que no último episódio de Chaves, o personagem se sacrificasse pra salvar uma criança de ser atropelada, mas ele decidiu não fazer isso por que sua filha disse que isso poderia fazer com que as outras crianças imitassem o personagem.
Não seria um bom desfecho para uma série tão divertida e inocente quanto é a série Chaves, não é mesmo? Se a história é verdadeira ou não, fazer um episódio desses certamente seria um pouco chocante demais e um tanto inconveniente, não acham?
Elas são capazes de sorrir e parecer lindas mesmo estando horríveis por dentro. São capazes de ser desagradáveis mesmo querendo ser amáveis. São capazes de desligar querendo atender. São capazes de virar a vida de um homem de cabeça para baixo. Podem ser orgulhosas, mesquinhas e fazer planos diabólicos para causar ciúmes, inveja ou até mesmo para se divertir…
…mas eu pergunto. Que homem é capaz de viver sem uma mulher?
A história de hoje é totalmente baseada em experiências reais. Certamente isso acontece todos os dias com pobres rapazes tímidos com pouca segurança acontece comigo também. Muitas vezes a situação é menos complicada do que parece ser. Tomar coragem e dizer o que sente é o primeiro passo para a felicidade. Vamos começar?
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Você cuida da sua rotina e da sua família com tanta dedicação que acaba tornando tudo um círculo vicioso e estressante? Tome cuidado. Ser totalmente bom aos olhos da sociedade às vezes não é o mesmo que ser bom para você mesmo.
Não tem como fugir da regra da vida. A escolha é sempre sua. Tudo que você é, o quanto você ganha, onde você está e com quem está é resultados de todas as escolhas que você fez até aqui. Se não está satisfeito, que tal pensar melhor no próximo passo?